É importante nós mantermos nossas culturas porque ela nos revela quém foram e o que faziam nossos antepassados e como agimos no presente.
Baião (dança)
Rei do Baião Luis Gonzaga
Dança de pares em pequenos círculos com pares solistas ao centro. É dança caracteristicamente ligeira, com movimentos improvisados e ágeis, sapateados, palmas, giros, requebros, além do volteado e da "roda do galo"; às vezes há umbigada simulada. A música é feita com rabeca ou viola, pandeiro, triângulo. Dança obrigatória nos forrós nordestinos e que integra o bumba-meu-boi da Paraíba, do Rio Grande do Norte e de Pernambuco como solo musical dos personagens Mateus, Berico e Fidélis.
O Baião é formado dos seguintes passos: balanceios; passos de calcanhar; passo de ajoelhar;
rodopio.
Damas - vestido de chita ordinária com babados na saia, amplo decote e mangas
curtas; sandálias coloridas.
Cavalheiros – calça de brim claro; camisa comum; sandálias de couro cru.
Amo: representa o papel do dono da fazenda Pai Chico ou Mateus: empregado da fazenda,ou forasteiro.
Mãe Catirina ou Catirina : Catirina é uma negra, muito desinibida que em alguns bumbas é a mulher de Mateus;
Boi : é a principal figura de Vaqueiros: são também conhecidos por rajados;Índios, índias e caboclos: tem a missão de localizar e prender pai Chico;
rodopio.
Damas - vestido de chita ordinária com babados na saia, amplo decote e mangas
curtas; sandálias coloridas.
Cavalheiros – calça de brim claro; camisa comum; sandálias de couro cru.
Bumba- meu- boi
Bumba-meu-boi, boi-bumbá ou pavulagem é uma dança do folclore popular brasileiro, com personagens humanos e animais fantásticos, que gira em torno da morte e ressurreição de um boi. Hoje em dia é muito popular e conhecida.
A festa do Bumba-meu-Boi surgiu no nordeste do país, mais especificamente no Estado do Piauí,
Mais foi no Estado do Maranhão que o Bumba-meu-Boi foi mais popularizado e exportado para o Estado do Amazonas com o nome de Boi-Bumbá, visitado anualmente por milhares de turistas que vão para conhecer o famoso festival folclórico de Paritins, realizado desde 1913.
Mais foi no Estado do Maranhão que o Bumba-meu-Boi foi mais popularizado e exportado para o Estado do Amazonas com o nome de Boi-Bumbá, visitado anualmente por milhares de turistas que vão para conhecer o famoso festival folclórico de Paritins, realizado desde 1913.
Os personagens do bailado são humanos e animais:
Mãe Catirina ou Catirina : Catirina é uma negra, muito desinibida que em alguns bumbas é a mulher de Mateus;
Boi : é a principal figura de Vaqueiros: são também conhecidos por rajados;Índios, índias e caboclos: tem a missão de localizar e prender pai Chico;
Burrinha:trata-se de um cavalinho ou burrinho pequeno
Cazumbá:Personagem divertido, as vezes assustador, que usa batas coloridas e mascaras de formatos e temática muito variada
Carimbó
Burrinha:trata-se de um cavalinho ou burrinho pequeno
Carimbó
Manifestação de criatividade artística do povo paraense foi criada pelos índios Tupinambá que, segundo os historiadores, eram dotados de um senso artístico invulgar, chegando a ser considerados, nas tribos, como verdadeiros semi-deuses.
Inicialmente, segundo tudo indica, a "Dança do Carimbó" era apresentada num andamento monótono, como acontece com a grande maioria das danças indígenas. Quando os escravos africanos tomaram contato com essa manifestação artística dos Tupinambá começaram a aperfeiçoar a dança, iniciando pelo andamento que , de monótono, passou a vibrar como uma espécie de variante do batuque africano......Por isso contagiava até mesmo os colonizadores portugueses que, pelo interesse de conseguir mão-de-obra para os mais diversos trabalhos, não somente estimulavam essas manifestações, como também, excepcionalmente, faziam questão de participar, acrescentando traços da expressão corporal característica das danças portuguesas. Não é à toa que a "Dança do Carimbó" apresenta, em certas passagens, alguns movimentos das danças folclóricas lusitanas, como os dedos castanholando na marcação certa do ritmo agitado e absorvente.
Cavalo Piancó
É original do município de Amarante no estado do Piauí. Os negros da beira do rio Canindé, para afugentar o sono nas noites de luar, costumam dançar imitando o trote da um cavalo manco. Cavalheiros e damas, aos pares, formam um circulo e vão trotando alegremente, ora bem compassado, batendo firme no chão, com o pé esquerdo, ora apressado, sempre trocando os pares. Seguindo o enredo do canto
Os versos podem ser improvisados e os pares cansados são substituídos por outros.
Inicialmente, segundo tudo indica, a "Dança do Carimbó" era apresentada num andamento monótono, como acontece com a grande maioria das danças indígenas. Quando os escravos africanos tomaram contato com essa manifestação artística dos Tupinambá começaram a aperfeiçoar a dança, iniciando pelo andamento que , de monótono, passou a vibrar como uma espécie de variante do batuque africano......Por isso contagiava até mesmo os colonizadores portugueses que, pelo interesse de conseguir mão-de-obra para os mais diversos trabalhos, não somente estimulavam essas manifestações, como também, excepcionalmente, faziam questão de participar, acrescentando traços da expressão corporal característica das danças portuguesas. Não é à toa que a "Dança do Carimbó" apresenta, em certas passagens, alguns movimentos das danças folclóricas lusitanas, como os dedos castanholando na marcação certa do ritmo agitado e absorvente.
Cavalo Piancó
| É original do município de Amarante no estado do Piauí. Os negros da beira do rio Canindé, para afugentar o sono nas noites de luar, costumam dançar imitando o trote da um cavalo manco. Cavalheiros e damas, aos pares, formam um circulo e vão trotando alegremente, ora bem compassado, batendo firme no chão, com o pé esquerdo, ora apressado, sempre trocando os pares. Seguindo o enredo do canto |
| Os versos podem ser improvisados e os pares cansados são substituídos por outros. |
Instrumentos musicais: agogô, triangulo e sanfona.
Diversos autores, entre eles Mario de Andrade, nos contam que a catira no Brasil, se originou entre os índios e que o Padre José de Anchieta, entre os anos de 1563 e 1597, a incluiu nas festas de São Gonçalo, de São João e de Nossa Senhora da Conceição, da qual era devoto. Teria Anchieta composto versos em ritmo de catira para catequizar índios e caboclos e a considerada própria para tais festejos, já que era dançada somente por homens, fato que se observa, ainda hoje, em grande parte do país. Atualmente, ela é dançada também por homens e mulheres ou só por mulheres.
Há, porém, os que dizem que ela veio da África junto com os negros e outros acham que é de origem ibérica. O certo é que ela adquiriu características desses três grupos citados, podendo até ter recebido influências de outros povos que para o Brasil imigraram. A família Malaquias da região de Mato Grosso do Sul é uma das grandes divulgadoras da dança.
Frevo
Frevo de bloco
A palavra frevo vem de ferver.De origem urbana,surgiu nas ruas do Recife nos fins do século XIX e começo do século XX.O frevo nasceu das marchas,maxixes e dobrados;As banda militares do século passado teriam dado sua contribuição na formação do frevo.
O guarda-chuva conduzido pelos capoeiristas pela necessidade de ter na mão como arma para ataque e defesa,já que a prática da capoeira estava proibida,geralmente a vestimenta é de uso cotidiano.
Frevo de bloco
Serenatas preparadas por agrupamentos de rapazes animados,que participavam simultaneamente dos carnavais de rua da época,executado por orquestra de pau e cordas(geralmente composta por violões,cavaquinhos,bandolins,violinos,além de instrumento de sopro e percussão).É chamado "marcha-de-bloco.
Frevo de rua
É frevo tocado por orquestra instrumental,sem adição de nenhuma voz cancionado.
Derivados do frevo de rua:
Frevo-de-abafo
Em que predominam as notas longas tocadas pelos metais,com finalidade de abafar o som da orquestra rival;
Frevo-coqueiro
Uma variante do primeiro,formado por notas curtas e andamento rápido;
Frevo-ventania
De uma linha melódica bem movimentada;
Frevo-de-salão
Um misto dos três outros tipos que como o nome já diz é próprio para o ambiente dos salões.
Quadrilha
Era dança da aristocracia e dava
abertura aos bailes das cortes
Européias e também era dançada
após as colheitas em festas
religiosas e casamentos.
Veio para o Brasil no século XIX,
na época da Regência, ganhou prestígio
na sociedade brasileira e iniciava a
seqüência das danças dos salões da
época imperial, época em que a
elite do brasil estava voltada
para a Europa,sobretudo para
a França. Por essa razão a
quadrilha tornou-se dança
preferida, conservando, até nossos
dias, a “marcação” em francês,
com profundas deturpações
fonéticas.No Brasil,o povo carioca
a popularizou, folclorizando-a
rapidamente.
Dos salões nobres,
foi levada às fazendas.
Hoje é dança brasileira das pessoas
das cidades e dos campos
No sertão do Nordeste encontrou
um colorido especial,associando-se
à música, aos fogos de artifícios
e à comida da Região.
abertura aos bailes das cortes
Européias e também era dançada
após as colheitas em festas
religiosas e casamentos.
na época da Regência, ganhou prestígio
na sociedade brasileira e iniciava a
seqüência das danças dos salões da
elite do brasil estava voltada
para a Europa,sobretudo para
a França. Por essa razão a
quadrilha tornou-se dança
dias, a “marcação” em francês,
com profundas deturpações
fonéticas.No Brasil,o povo carioca
a popularizou, folclorizando-a
rapidamente.
Dos salões nobres,
foi levada às fazendas.
das cidades e dos campos
No sertão do Nordeste encontrou
um colorido especial,associando-se
um colorido especial,associando-se
à música, aos fogos de artifícios
e à comida da Região.
Dança de S. Gonçalo (Al, BA, MA, PI, SE)
O promesseiro é quem organi-za
a função, administrando todo o
processo necessário à realização
deste rit-ual.
Em Sergipe essa dança é
executada somente por homens.
A única mulher presente não tem
papel ativo. Este grupo é
constituído por: “Patrão”,
“Mari-posa”, “Tocadores”,
“Dançadores”. Patrão e dançadores
usam trajes especiais. O primeiro
veste-se de marinheiro, por
influência do mito;
os demais usam indumentária
que revela influência árabe:
anáguas e longas saias floridas,
blusa de renda branca cavada,
xale colorido em diagonal no
peito, turbante envolvido em
fitas multicores, colares e
pulseiras. A coreografia consta
de uma série fixa de evoluções
que se repete a cada jornada.
Samba
O samba nasceu na Bahia, no século
19, da mistura de ritmos africanos.
Mas foi no Rio de Janeiro que ele
criou raízes e se desenvolveu, mesmo
sendo perseguido. Durante a década
de 1920, por exemplo:
Quem fosse pego dançando ou cantando
samba corria um grande risco de ir
batucar atrás das grades. Isso porque
o samba era ligado à cultura negra, que
era malvista na época. Só mais tarde é
que ele passou a ser encarado como
um símbolo nacional, principalmente
no início dos anos 40, durante o governo
de Getúlio Vargas.
Nessa música brasileiríssima, a harmonia
é feita pelos instrumentos de corda,
como o cavaquinho e o violão. Já o
ritmo é dado;
Por exemplo:
Pelo surdo ou pelo pandeiro. Com o
passar do tempo, outros instrumentos,
como flauta, piano e saxofone, também
foram incorporados, dando origem a
novos estilos de samba. "À medida que
o samba evoluiu, ele ganhou novos
sotaques, novos modos de ser tocado e
cantado. É isso que faz dele um dos
ritmos mais ricos do mundo", afirma
o músico Eduardo Gudin.
Por Gabriela Portilho
Samba de roda
Samba de roda é uma variante musical
mais tradicional do samba, originário do estado brasileiro da Bhaia, provavelmente
no século XIX.
O estilo musical tradicional afro-brasileiro
é associado a uma dança, que por sua vez
está associada à capoeira. É tocado por
um conjunto de pandeiro, atabaque,
berimbau, viola e chocalho, acompanhado
principalmente por canto e palmas.
Carimbò
O Carimbó é considerado um
gênero musical de origem indígena,
porém,como diversas outras
manifestações culturais
brasileiras, miscigenou-se recebendo outras
influências, principalmente negra.
Seu nome, em língua tupi, refere-se
ao tambor com o qual se marca o
ritmo, o
curimbó. Surgida em torno
de Belém na zona do Salgado
(Marapanim, Curuçá,
Algodoal) e
na Ilha de Marajó, passou de uma
dança tradicional para um ritmo
moderno, influenciando a lambada
e o zouk.O município de Marapanim
é
considerado"A Terra do Carimbó"
Tambores dão o som original do
carimbó,suas vestimentas são tipicas
sais longas e coloridas para mulheres
e homens calças brancas e simples normalmente e com a bainha enrolada.
Ela tem que ser dançada em par.
A dança é apresentada em pares.
Começa com duas fileiras de homens e mulheres com a frente voltada para o
centro. Quando a música inicia os
homens vão em direção às mulheres,
diante das quais batem palmas como
uma espécie de convite para a dança. Imediatamente os pares se formam,
girando continuamente em torno de
si mesmo, ao mesmo tempo
formando
um grande círculo que gira em sentido contrário ao ponteiro do
relógio.
Nesta parte observa-se a influência
indígena, quando os dançarinos
fazem
alguns movimentos com o corpo curvado
para frente, sempre puxando-o com
um
pé na frente, marcando acentuadamente
o ritmo vibrante.
As mulheres, cheias de encantos,
costumam tirar graça com seus
companheiros segurando a barra da
saia, esperando
o momento em
que os seus cavalheiros estejam distraídos para atirar-lhes no
rosto esta parte da indumentária feminina.
O fato sempre provoca gritos e
gargalhadas nos outros dançadores.
O cavalheiro que é vaiado pelos seus
próprios companheiros é forçado a
abandonar o local da dança.
Em determinado momento da "dança
do carimbó" vai para o centro um casal
de dançadores para a execução da
famosa dança do peru, ou "Peru de
Atalaia", onde o cavalheiro é
forçado a apanhar, apenas com a boca, um lenço
que sua companheira estende no
chão.
Caso o cavalheiro não consiga executar
tal proeza sua companheira
atira-lhe a
barra da saia no rosto e, debaixo de vaias
dos demais, ele é
forçado a abandonar a dança.
Caso consiga é aplaudido.
Obs:Fonte de pesquisa entre outros livros
e revistas.
| Dança de S. Gonçalo (Al, BA, MA, PI, SE)
O promesseiro é quem organi-za
a função, administrando todo o processo necessário à realização deste rit-ual. Em Sergipe essa dança é executada somente por homens. A única mulher presente não tem papel ativo. Este grupo é constituído por: “Patrão”, “Mari-posa”, “Tocadores”, “Dançadores”. Patrão e dançadores usam trajes especiais. O primeiro veste-se de marinheiro, por influência do mito; os demais usam indumentária que revela influência árabe: anáguas e longas saias floridas, blusa de renda branca cavada, xale colorido em diagonal no peito, turbante envolvido em fitas multicores, colares e pulseiras. A coreografia consta de uma série fixa de evoluções que se repete a cada jornada. Samba
O samba nasceu na Bahia, no século
19, da mistura de ritmos africanos. Mas foi no Rio de Janeiro que ele criou raízes e se desenvolveu, mesmo sendo perseguido. Durante a década de 1920, por exemplo: Quem fosse pego dançando ou cantando samba corria um grande risco de ir batucar atrás das grades. Isso porque o samba era ligado à cultura negra, que era malvista na época. Só mais tarde é que ele passou a ser encarado como um símbolo nacional, principalmente no início dos anos 40, durante o governo de Getúlio Vargas. Nessa música brasileiríssima, a harmonia é feita pelos instrumentos de corda, como o cavaquinho e o violão. Já o ritmo é dado; Por exemplo: Pelo surdo ou pelo pandeiro. Com o passar do tempo, outros instrumentos, como flauta, piano e saxofone, também foram incorporados, dando origem a novos estilos de samba. "À medida que o samba evoluiu, ele ganhou novos sotaques, novos modos de ser tocado e cantado. É isso que faz dele um dos ritmos mais ricos do mundo", afirma o músico Eduardo Gudin. Por Gabriela Portilho Samba de rodaSamba de roda é uma variante musicalmais tradicional do samba, originário do estado brasileiro da Bhaia, provavelmenteno século XIX.
O estilo musical tradicional afro-brasileiro
é associado a uma dança, que por sua vez
está associada à capoeira. É tocado por
um conjunto de pandeiro, atabaque,
berimbau, viola e chocalho, acompanhado
principalmente por canto e palmas.
Carimbò
O Carimbó é considerado um
gênero musical de origem indígena,
porém,como diversas outras
manifestações culturais
brasileiras, miscigenou-se recebendo outras
influências, principalmente negra.
Seu nome, em língua tupi, refere-se
ao tambor com o qual se marca o
ritmo, o
curimbó. Surgida em torno
de Belém na zona do Salgado
(Marapanim, Curuçá,
Algodoal) e
na Ilha de Marajó, passou de uma
dança tradicional para um ritmo
moderno, influenciando a lambada
e o zouk.O município de Marapanim
é
considerado"A Terra do Carimbó"
Tambores dão o som original do
carimbó,suas vestimentas são tipicas
sais longas e coloridas para mulheres
e homens calças brancas e simples normalmente e com a bainha enrolada.
Ela tem que ser dançada em par.
A dança é apresentada em pares.
Começa com duas fileiras de homens e mulheres com a frente voltada para o
centro. Quando a música inicia os
homens vão em direção às mulheres,
diante das quais batem palmas como
uma espécie de convite para a dança. Imediatamente os pares se formam,
girando continuamente em torno de
si mesmo, ao mesmo tempo
formando
um grande círculo que gira em sentido contrário ao ponteiro do
relógio.
Nesta parte observa-se a influência
indígena, quando os dançarinos
fazem
alguns movimentos com o corpo curvado
para frente, sempre puxando-o com
um
pé na frente, marcando acentuadamente
o ritmo vibrante.
As mulheres, cheias de encantos,
costumam tirar graça com seus
companheiros segurando a barra da
saia, esperando
o momento em
que os seus cavalheiros estejam distraídos para atirar-lhes no
rosto esta parte da indumentária feminina.
O fato sempre provoca gritos e
gargalhadas nos outros dançadores.
O cavalheiro que é vaiado pelos seus
próprios companheiros é forçado a
abandonar o local da dança.
Em determinado momento da "dança
do carimbó" vai para o centro um casal
de dançadores para a execução da
famosa dança do peru, ou "Peru de
Atalaia", onde o cavalheiro é
forçado a apanhar, apenas com a boca, um lenço
que sua companheira estende no
chão.
Caso o cavalheiro não consiga executar
tal proeza sua companheira
atira-lhe a
barra da saia no rosto e, debaixo de vaias
dos demais, ele é
forçado a abandonar a dança.
Caso consiga é aplaudido.
e revistas.
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