domingo, 11 de dezembro de 2011

História do papel

O papel no egito
 
Antes da invenção do papel, o homem se utilizava de diversas formas para se expressar através da escrita. Na Índia, eram usadas as folhas de palmeiras. Os esquimós utilizavam ossos de baleia e dentes de foca. Na China escrevia-se em conchas e em cascos de tartaruga.  As matérias primas mais famosas e próximas do papel foram o papiro e o pergaminho. O primeiro, o papiro, foi inventado pelos egípcios e apesar de sua fragilidade, milhares de documentos em papiro chegaram até nos. O pergaminho era muito mais resistente, pois se tratava de pele de animal, geralmente carneiro, bezerro ou cabra e tinham um custo muito elevado.  Os Maias e os Astecas guardavam seus livros de matemática, astronomia e medicina em cascas de árvores, chamadas de "tonalamatl".

A palavra papel é originária do latim "papyrus". Nome dado a um vegetal da família "Cepareas" (Cyperua papyrus). A medula dos seus caules era empregada, como suporte da escrita, pelos egípcios, há 2 400 anos antes de Cristo. Entretanto foram os chineses os primeiros a fabricarem o papel como o atual, começando a produção de papel a partir de fibras de bambu e da seda. 


O surgimento da imprensa 


A partir da invenção da imprensa, o aumento de consumo fez com que aumentassem o número de moinhos papeleiros. Se o aumento da produção tipográfica, por um lado consumia infinitamente mais papel que antes, no tempo dos copistas, a necessidade de importar implicava, para os países consumidores, maior dificuldade em produzir, já que os navios que traziam o papel fabricado em Flandres ou na Itália, levavam restos de tecidos usados para seus países. Diversos países chegaram a proibir a exportação de trapos, sem o que a indústria nacional do papel não conseguia elevar a produção para atender o consumo, sempre crescente.


Conservação de Papel



A maior parte dos processos relacionados com o cuidado de papéis históricos, livros e mapas são de uma natureza excessivamente técnica. Aqui, você encontrará os princípios básicos e processos simples que podem ser usados com segurança para a preservação e manutenção de papéis. Ao fornecer estas regras, que não são completas, observamos que muito pode ser feito para manter os materiais em condição de uso sem causar mais danos adicionais. Uma palavra de cuidado entretanto: os métodos não devem ser aplicados indiscriminadamente em todas as situações. Um restaurador profissional deve ser consultado ao tratar dos originais do valor ou de grande volume de material em estágio avançado de deterioração. Sem tal assessoramento é melhor não fazer nada do que para fazer a coisa errada. 

A durabilidade do papel
O papel é uma substância orgânica composta de fibras da celulose das plantas; por causa de sua natureza orgânica, o papel deteriorar-se-á se não corretamente ou armazenado. Os papéis feitos no período que começa no século XII e que termina com o meio do século XIX eram fortes e duráveis; e muitos livros e originais publicados antes de 1850 estão ainda em condições excelentes. O papel moderno é feito geralmente das fibras de madeira que foram moídas mecanicamente para a impressão de jornais ou produzidos quimicamente para livros e papéis de escrita. Alguns papéis mais finos contêm também fibras do algodão ou do linho. A maioria de papéis modernos, a menos que estejam livre de ácidos ou sejam classificados como de durabilidade permanente, têm uma vida útil prevista de menos de 50 anos.

Causas da deterioração

A deterioração rápida de papéis modernos resulta do uso dos ácidos que quebram as fibras da celulose em pedaços sempre mais curtos, enfraquecendo desse modo o papel. A deterioração ácida pode ser acompanhada pela descoloração amarelada ou marrom, uma circunstância causada pelo uso de compostos da alum-resina como os agentes de cola que geram o ácido sulfúrico quando a umidade atmosférica está normal. O uso de celulose de baixo padrão e de fibras de madeira impuras ao invés de polpa quimicamente purificada são um outro fator na deterioração de papel moderno. A lignina ou "cola" que prendem as fibras junto com a madeira degrada para dar forma aos ácidos que enfraquecem o papel. Embora a maioria de papéis contenham algumas fibras de madeira não purificada, o exemplo mais comum do papel do baixo padrão é o de imprensa. Outros fatores que influenciam a deterioração de papel são: poluentes atmosféricos tais como o dióxido de enxofre, o dióxido do nitrogênio, e o ozônio; a radiação invisível da luz solar e da luz fluorescente; os comprimentos de onda curta da luz visível; o crescimento dos microorganismos tais como o molde e as bactérias; e insetos e roedores que alimentam do própria papel.
Temperatura
As altas temperaturas, combinadas com as umidades elevadas, facilitam as reações ácidas que contribuem para a deterioração do papel. Assim, a vida do papel pode ser estendida reduzindo-se a temperatura do armazenamento; teoricamente, a vida útil do papel dobra com a redução de cada 6ºC na temperatura. Uma temperatura constante do armazenamento de 20ºC é considerada ideal, sendo bastante confortável aos trabalhadores e baixo bastante não danificar materiais. Grandes flutuações na variação da temperatura são extremamente prejudiciais, como são as altas temperaturas. Conseqüentemente, papéis e livros devem nunca ser armazenados nas áreas do sótão onde as flutuações largas são comuns, e temperaturas de até 65ºC podem ocorrer em dias do verão.


Umidade

A umidade relativa do ar é a relação entre a quantidade de vapor de água no ar e a quantidade que satura o ar (rh de 100%) em uma temperatura dada e em uma determinada pressão do ar. As umidades relativas elevadas (que excedem a 68%) causam o inchamento e entortar das fibras de papel e aceleram a deterioração ácida. Também, as umidades elevadas na presença de grampos do metal e os grampos de papel causarão manchas da oxidação, mesmo que nenhum dano real de água ocorra. As umidades baixas (abaixo de 40%) farão com que o papel seque para fora e torne-se frágil; freqüentemente nesta escala, as páginas frágeis furarão junto em conseqüência da eletricidade estática, e podem rasgar se não for tomado cuidado ao folheá-las.
As flutuações sazonais de menos do que 10% no inverno a mais do que 90% no verão são prejudiciais ao papel. Papéis modernos de livro devem ser armazenados em 40% a 50% de umidade relativa do ar; como as encadernações em couro conservam-se melhor entre 45% a 55%; vellum ou pergaminho 50% a 60%, uma boa solução é o armazenamento a 50% de umidade do ar, podendo oscilar entre 45% a 60%. As flutuações dentro da escala devem ser mantidas a um mínimo. Os níveis da umidade em uma área de armazenamento pequena podem ser mantidos com um pequeno condicionador de ar, desumidificador ou umidificador.
As áreas de armazenamento em porões não são desejáveis devido ao risco de alagamento e aos níveis da umidade, normalmente elevados.
Alisamento de papéis dobrados ou enrolados
Papéis com dobras ou enrolados por longos períodos tendem a ficar ressecados ou quebradiços; e o alisamento pode causar a ruptura das fibras de celulose e a danificação permanente do papel. Restabelecer a umidade do papel através do afrouxamento e o amolecimento das fibras tornam plano e liso o papel mais facilmente.
O melhor método de restabelecer a umidade é colocar o papel em local de alta umidade (em torno de 100% de umidade relativa do ar) por um ou dois dias. Os documentos podem ser colocados num recipiente com água ou umedecidos com uma esponja úmida, de maneira que a água não tenha contato direto com o material. Um recipiente plástico maior pode ser usado colocando-se no fundo deste uma vasilha menor com água (pode ser uma panela, por exemplo). Sobre esta, colocam-se os volumes ou papéis, devidamente protegidos do contato direto com a água depositada (use uma grade ou tela como suporte). Evite também o contato dos papéis com a água condensada que se forma nas paredes do recipiente.
Alternativamente, as folhas ou o material enrolado também pode ser feita a aplicação com uma esponja umedecida. O risco deste método é a possibilidade de se borrar as tintas resistentes à água, ou provocar a alteração das cores das ilustrações. De qualquer forma, uma vez que o papel tenha absorvido a umidade, o aplainamento pode processar-se mais facilmente. Uma vez alisado, o papel deverá ser deixado para secar sob pressão. Páginas soltas ou pequenos maços de papel podem ser separados com papel absorvente (papel toalha ou mata-borrão), e, sobre elas, uma peça de bloco de madeira pesado, livros ou outro material duro. Mantenha assim por um ou dois dias até que esteja seco. 


Mofo ou bolor

O armazenamento de materiais nas condições sugeridas de temperatura e umidade podem prevenir o aparecimento de mofo ou bolor. Como os esporos de bolor estão sempre presentes no ar e na poeira que se fixa nos documentos, se as condições recomendadas não são mantidas, o perigo de formação de mofo e prejuízo aos documentos existe. A umidade relativa de 70% combinada com altas temperaturas favorecem o desenvolvimento do mofo ou bolor, apesar de que muitos bolores crescem facilmente em torno de 5ºC se a umidade é alta. A falta de circulação de ar também é condição favorável para o ataque desses mofos e bolores.
Uma vez ocorrido, o mofo é de difícil controle e sérios riscos de prejuízos podem ocorrer antes que a situação seja percebida. Prevenir, portanto, é mais fácil que remediar. O ambiente deve ser monitorado periodicamente para evitar as condições favoráveis para a formação de mofo ou bolor. Nos estágios iniciais, a formação do mofo pode ser pequena demais para ser considerada um problema. As evidências visíveis podem varridas para fora e o material pode estar guardado aquém das condições recomendadas sem mais preocupações. Num estágio posterior, o mofo pode digerir o material à vontade sobre os quais está assentado, resultando em manchas enganadoras internas que provocam danos à resistência do material.

Poluentes atmosféricos

Danos causados pelos poluentes existentes no ar são mais evidentes em velhos livros e em pilhas de velhos papéis, quando as bordas das páginas são descoloridas pelos ácidos enquanto o miolo permanece quase branco. Os danos provocados por certos gases como o dióxido de enxofre, o sulfato de hidrogênio e o dióxido de nitrogênio originários da queima de combustíveis fósseis são mais sérios em áreas industriais. Geralmente grandes e caros sistemas de filtragem são necessários para remover os poluentes, não economizar meios de proteção é a alternativa para o pequeno colecionador.
Alguns dos componentes não são perigosos quando combinados com outros componentes ao formar ácidos. Por exemplo, o dióxido de enxofre é catalisado por outro elemento existente no ar na forma de trióxido de enxofre, os quais, unidos com vapor de água formam o ácido sulfúrico.
O ozônio, o penetrante gás gerado pela interação da luz solar e o dióxido e nitrogênio originam a auto exaustão e uma qual é também prevalece sobre motores elétricos e após tempestades com trovões, causam a oxidação e deixam o papel quebradiço. 

Luz

A exposição aos raios ultravioletas e iluminação fluorescente causam a rápida deterioração do papel. Mas a deterioração mais grave pode ocorrer com a exposição à luz visível, aos raios que vão do vermelho fim do espectro
Os efeitos visíveis da luz incluem: o descoramento e o escurecimento do papel. Este último ocorre normalmente mais rapidamente com jornais. Não são logo percebidas o afrouxamento das fibras, que resultam na desintegração do papel. Infelizmente, as reações continuam após a causa do problema ser retirado, embora em proporção menor.
Outros fatores são igual, papel guardado em completa escuridão podem também sofrer tantos danos quanto os sujeitos à luz. Atualmente, o armazenamento na escuridade total não é usualmente praticada. Outras providências podem ser tomadas: O papel jamais deve ser armazenado sob a luz direta do sol ou da luz fluorescente sem difusores. Materiais que filtram as luzes ultravioletas podem ser usados para revestir janelas ou luminárias.
Insetos e roedores
Insetos e roedores são atraídos pela celulose do papel, as proteínas e carbohidratos existentes nas colas, vernizes e outras substâncias orgânicas. O mais correto para evitar insetos e roedores é praticar bons hábitos domésticos: não levar alimentos á área de armazenamento, proteger janelas e eliminar qualquer inseto ou roedor observado.

O surgimento, no Oriente

A invenção do papel feito de fibras vegetais é atribuído aos chineses. A invenção teria sido obra do ministro chinês da agricultura Tsai-Lun, no ano de 123 antes de Cristo. A folha de papel fabricada na época seria feita pela fibra da Morus papyrifer ou Broussonetia papurifera, Kodzu e da erva chinesa "Boehmeria", além do bambu.
Por volta do ano 610 D.C., os monges coreanos Doncho e Hojo, enviados à China pelo rei da Coréia disseminaram o invento pela Coréia e também pelo Japão. Entre os prisioneiros que chegaram a Samarkand (Ásia Central), havia alguns que aprenderam as técnicas de fabricação. O papel fabricado pelos samarkandos e coreanos, mais tarde, passaram a ser feitos com restos de tecidos, desprezando-se os demais materiais fibrosos. Por volta de 795 instalou-se em Bagdá (Turquia) uma fábrica de papel. A indústria floresceu na cidade até o século XV. Em Damasco (Síria), no século X, além de objetos de arte, tecidos e tapetes, se fabricava o papel chamado "carta damascena", que se exportava ao Ocidente. 

Entrada pela Espanha

A fabricação estendeu-se logo às costas do norte da África, chegando até a Europa pela península Ibérica, onde por volta do ano 1150 os árabes a implantaram em Xativa (Espanha).
Os fabricantes de Játiva produziam papel de algodão no século XI. O material, de frágil consistência, a julgar pelas toscas mostras de épocas posteriores que se conservaram, revelam uma elaboração obtida com escassos elementos à base de algodão cru. Além de Játiva, outra cidade espanhola a dominar a produção do papel foi Toledo, onde era fabricado o papel chamado "toledano".
Os próprios árabes chegaram a importar o papel fabricado na Espanha nos séculos IX e X, mas o uso generalizado do papel espanhol só aconteceu no século XIII. Há registros, ainda que controversos, da produção de papel em Valencia, Gerona e Manresa, no período. No século XIV, a indústria se estende às regiões de Aragão e Catalunha, embora ainda fosse muito utilizado o pergaminho de pele. 


Papiro: A planta sagrada 

Muito da História do Egito nos foi transmitido pelos rolos de papiro encontrados nos túmulos dos nobres e faraós. Foram os egípcios que, por volta de 2200 antes de Cristo, inventaram o papiro, espécie de pergaminho e antepassado do papel.
Papiro é uma planta aquática existente no delta do Nilo. Seu talo em forma piramidal chega a ter de 5 a 6 metros de comprimento. Era considerada sagrada porque sua flor, formada por finas hastes verdes, lembra os raios do Sol, divindade máxima desse povo. O miolo do talo era transformado em papiros e a casca, bem resistente depois de seca, utilizada na confecção de cestos, camas e até barcos.
Para se fazer o papiro, corta-se o miolo do talo - que é esbranquiçado e poroso - em finas lâminas. Depois de secas em um pano, são mergulhadas em água com vinagre onde permanecem por seis dias para eliminar o açúcar. Novamente secas, as lâminas são dispostas em fileiras horizontais e verticais, umas sobre as outras. Esse material é colocado entre dois pedaços de tecido de algodão e vai para uma prensa por seis dias. Com o peso, as finas lâminas se misturam e formam um pedaço de papel amarelado, pronto para ser usado.
O papel na china
No século II, a China começou a produzir papel para escrita com fibras de cânhamo ou de casca de árvore. Segundo os registros da "História do Período Posterior da Dinastia Han" do século V, o marquês TSai Lun (?-125) dos Han do Este (25-220 D.C.) produziu papel a partir de 105 D.C com materiais baratos - casca de árvore, extremidades de cânhamo, farrapos de algodão e redes de pesca rasgadas. O uso do papel vulgarizou-se, a partir de então; e o papel era conhecido entre o povo como "papel TSai Lun".

O papel no Japão
 Feitura de papel a mão no Japão 

Hoje, como antigamente, fazer papel a mão, no Japão, é frequentemente realizado como uma fonte de renda fora da estação pelos pequenos fazendeiros que vivem em aldeias nas montanhas, onde há pouca terra para cultivo de arroz mas uma abundância de boa água limpa nos riachos. Quando o fim do ano chega e a colheita do arroz acaba, esses fazendeiros invariavelmente se ocupam com a feitura de papel. Em um certo sentido, o trabalho é hereditário, sendo desempenhado em uma pequena escala, em casa, pelos membros capazes de cada família. Os métodos empregados são antiquíssimos e têm sido passados através de gerações sucessivas com pequenas mudanças. A estação para fazer papel difere de acordo com as localidades nas quais ele é feito. Ela geralmente começa no fim de novembro ou início de dezembro e termina em abril ou maio do ano seguinte. Nesta época do ano os fazendeiros que fazem papel como trabalho paralelo encontram-se muito ocupados pois eles têm muito o que fazer no transplante de mudas de arroz e na criação de bicho-da-seda. 

 Matérias-primas para papel japonês 

Seja feito a mão ou a máquina muitos papéis japoneses usam fibras vegetais como matéria-prima. Entre essas fibras o gampi, kozo e mitsumata constituem o trio principal de materiais. Papel de gampi é considerado nobre; o de kozo, forte; e o de mitsumata, delicado. Para fazer papel japonês é comum usar um material muscilaginoso vegetal que é comumente chamado neri. Há vários tipos de neri, o mais comum é o tororo, uma substância proveniente das raízes do crescimento do primeiro ano da planta tororo, que é um tipo de malvácea. A função do tororo é fazer com que as fibras flutuem uniformemente na água. Outra função é retardar a velocidade de drenagem resultando assim uma folha de papel melhor formada.


No Brasil

A primeira fábrica de papel no Brasil surge com a vinda da família real portuguesa. Localizada no Andaraí Pequeno (RJ), foi fundada entre 1808 e 1810 por Henrique Nunes Cardoso e Joaquim José da Silva. Em 1837 surge a indústria de André Gaillar e, em 1841, a de Zeferino Ferrez.


Milagre da vida

Pense:Deus lhe deu a vida,pai,mãe e outras pessoas de presente para você conviver.Sua mãe lhe permitiu que nascesse e mesmo que não tenha cuidado de te quem lhe presenteou com a vida vai providenciar sua passagem pela mesma,dependendo apenas de suas atitudes para que entenda os caminhos do pai,por isso jamais jogue fora as coisas que são mais preciosas em sua vida,hoje talvez não tenha vontade de viver porque provavelmente parece não ter motivos mais só de acordar todos os dias o milagre já está acontecendo,e quando chove...espanta o calor,e quando faz frio DEUS vai providenciar seu coberto e até para aqueles que perde seu tempo nas drogas ilícitas e licitas,fazem questão de viver coisas que não leva a lugar bom,sabendo de outros exemplos mais vai,como folha seca ao vento segue rumo a tragédia e quando caí no fundo do poço muitos não conseguem  retornar,para uns falta oportunidade e para outros a força de vontade.
Veja ao seu redor que desde que era um embrião você já era o milagre da vida,tem futuro e ele vai depender de tua vontade de viver.
Quantas grávidas que abortam seus filhos,abandonam seus incapazes no meio da rua e na melhor da hipóteses doa seu filho para alguém,onde eu assino embaixo porque é mais digno,mais humano é dar uma chance do pequeno sobreviver e obrigado a você que pensa como eu.
Observe está letra musical que a cantora Cristina mel canta e encanta para a vida.
                Milagre Da Vida
 
Antes mesmo de ter um nome
E abrir os meus olhinhos
Ou alguém ver o meu rostinho
Eu estava num lugar especial
Que Deus fez para mim
Cercado de amor, de calor.

Minhas mãos eram tão pequeninas
Meus pezinhos ,inseguros ainda
Mas no peito meu coraçãozinho
Já mostrava o milagre do nascer,
Do viver ,do existir,outra vez aconteceu...
Coro

Eu sou o milagre da vida ,
Milagre da criação
Com Deus sim eu quero crescer
Pois Ele quem me fez nascer

As crianças ocupam um lugar
Muito especial,
No coração do Pai,
Pois elas refletem pureza real
Antes mesmo de ter um nome
E abrir os meus olhinhos
Ou alguém ver o meu rostinho
Eu estava num lugar especial
Que Deus fez para mim
Cercado de amor, de calor.

Minhas mãos eram tão pequeninas
Meus pezinhos ,inseguros ainda
Mas no peito meu coraçãozinho
Já mostrava o milagre do nascer,
Do viver ,do existir,outra vez aconteceu...
Coro

Eu sou o milagre da vida ,
Milagre da criação
Com Deus sim eu quero crescer
Pois Ele quem me fez nascer

As crianças ocupam um lugar
Muito especial,
No coração do Pai,
Pois elas refletem pureza real


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Paz

                       
Paz...
É o que nos falta.
Nos falta isso e muito mais,consciência suficiente para saber respeitar nosso próximo,porque nosso dever termina quando o do outro começa.
Não é necessário ser um adinvinha...somente seguir seu bom senso,repeitar os limites seus e de seus companheiros.
Nos falta amor para com nossos irmão e força de vontade de muitos,é inadimicivél que pessoas possam eleger politicos preconceituosos e cheios de rancô.Temos nossos direitos e deveres,e devemos utilizar dessas armas para colocarmos em pratica nossos desejos.
Ano vai e novos vem com muita luta,paparicado...ladainha,tanto inhas que devemos nos preocupar com nosso futuro,futuro prefeito,futuro vereador,futuros erros que podemos evitar neste momento.
Faça sua parte e conscientize as pessoas sobre a vida real para que se desiludem e possa agir para que não se arrependem tarde demais.
É 2015 ainda nem começou e a irônia do destinho é que a profissão do humor se tornou uma das mais perigosas do mundo,agora as sátiras deverão ser mais pensadas antes de prosseguir adiante.
Já não vejo a democracia,o mundo está divorciado do respeito e brigando com a liberdade de expressão,onde o ódio permanece e a razão está na frente de todos,porém invisível esperando um corajoso que a resgate para que ela não tenha que viver camuflada e sendo agredida todo dia.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Auxílio Reclusão

Vai transar ?
O governo dá camisinha.
' Já transou ?
O governo dá a pílula do dia seguinte.
' Teve filho?
O governo dá o Bolsa Família.
 RESOLVEU VIRAR BANDIDO E FOI PRESO?   
O GOVERNO DÁ O AUXÍLIO RECLUSÃO.

Todo presidiário com filhos tem direito a uma bolsa que é dada' por filho '.
Agora experimenta estudar e andar na linha pra ver o que é que te acontece!
Salário mínimo.


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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A origem do nome Soares


A origem do nome Soares é Persa mais seu significado é: ORAÇÃO
Significado e origem do nome soares - Analise da Primeira Letra do Nome: S
Sabe o que quer da vida, e também como chegar lá. Tem grande habilidade para envolver as pessoas que podem ajudá-lo a tocar e realizar seus projetos, não se importa em ter que usar um teatrinho quando necessário. Possui uma sensualidade que não passa despercebida por ninguém, e aprendeu a se valer desta arma. Principalmente entre quatro paredes. Mas tome cuidado pois é um grande perigo se tornar dominador demais.

Significado do nome Soares - Sua marca no mundo!
OUSADIA,ESPÍRITO COMPETITIVO,INDEPENDÊNCIA,FORÇA DE VONTADE,ORIGINALIDADE
Independente e dinâmico são características de um líder, e é desta forma que é visto. É necessário à pessoa desta personalidade agir com tato, diplomacia e paciência, evitando de ser vista como egoísta ou autoritária. Com frequência é procurada para assumir projetos e empreendimentos pois sua autoconfiança e facilidade em enfrentar os obstáculos são qualidades notórias, e as pessoas acreditam na sua eficiencia em tomar conta das situações. É o tipo de pessoa que não se deixa afetar quando existe oposição à suas idéias ou ações. Por agir com equilíbrio sempre tem o apoio dos que o seguem e acreditam na sua liderança. Para alcançar a vibração positiva que emana do número 1 é preciso concentrar-se em atingir seu objetivo, coisa que costuma fazer com muita originalidade. Personalidades deste número são rapidamente notados pois conquistam facilmente a todos e costumam ser o centro das atenções.


terça-feira, 20 de setembro de 2011

Vidro:surgimento e evolução

O vidro é uma substância liquida e amorfa que apresenta temperatura de transição vítrea.
o vidro é um óxido metálico super esfriado transparente, de elevada dureza, essencialmente inerte e biologicamente inativo.O vidro comum se obtém por fusão em torno de 1.250 ºC de dióxido silício, (SIO2), carbonato de sódio (NA2CO3) e carbonato de cálcio (CaCO3).Embora os historiadores não disponham de dados precisos sobre a sua origem, foram descobertos objetos nas necrópoles egípcias; por isso, imagina-se que o vidro já era conhecido há pelo menos 4.000 anos antes da Era Cristã e sua origem teria sido casual: ao preparar uma fogueira numa praia na costa da Síria para aquecer as refeições, improvisaram fogões usando blocos de salitre e soda. Passado algum tempo, notaram que do fogo escorria uma substância brilhante que se solidificava imediatamente:
"Os Fenícios contam que ao voltarem à pátria, do Egito, pararam às margens do Rio Belus, e pousaram sacos que traziam às costas, que estavam cheios de natrão (carbonato de sódio natural, que eles usavam para tingir lã). Acenderam o fogo com lenha, e empregaram os pedaços mais grossos de natrão para neles apoiar os vasos onde deviam cozer animais caçados. Comeram e deitaram-se, adormeceram e deixaram o fogo aceso. Quando acordaram, em lugar das pedras de natrão encontraram blocos brilhantes e transparentes, que pareciam enormes pedras preciosas. Um deles, o sábio Zelu, chefe da caravana, percebeu que sob os blocos de natrão, a areia também desaparecera. Os fogos foram reacesos, e durante a tarde, uma esteira de liquido rubro e fumegante escorreu das cinzas. Antes que a areia incandescente se solidificasse,Zelu plasmou, com uma faca aquele líquido e com ele formou uma empola tão maravilhosa que arrancou gritos de espanto dos mercadores fenícios. O vidro estava descoberto."

O Vidro na Arquitetura: Tecnologia, Características e Aplicações


Atualmente, o vidro é parte integrante e fundamental do projeto arquitetônico. Faz parte da estética, e tem forte influência no conforto, na economia e na segurança de qualquer edifício. Para tanto deve-se fazer a escolha adequada do vidro em função das necessidades do projeto.

Vidro Duplo com Cristal liquido

O SGG PRIVA-LITE Santa Marina Vitrage, é um vidro laminado, composto por duas chapas de vidro, incolor ou colorido, entre os quais é colocado um filme de cristais líquidos em um campo elétrico.

Vidro Duplo,ou Vidro Termo-acústico ou vidros insulados


Pode oferecer isolamento térmico e isolamento acústico.
O isolamento térmico se dá, pois a câmara de ar, serve como isolante para a passagem de calor do vidro externo para o interior do ambiente. Para melhorar a performance térmica, pode-se utilizar um vidro refletivo.

Vidro Aramado 


O vidro aramado é composto por uma tela metálica que oferece maior resistência a perfuração e proteção pois, em caso de quebra, os cacos ficam presos na tela diminuindo o risco de ferimentos.

Vidro Laminado 

O vidro laminado é um vidro constituído por duas chapas de vidro intercaladas por um plástico chamado Polivinil Butiral (PVB), a principal característica desse vidro, é que em caso de quebra, os cacos ficam presos ao PVB.

Vidro Temperado 

Vidros temperados são vidros que são submetidos a um processo de aquecimento e resfriamento rápido tornando-o bem mais resistente à quebra por impacto. 
 

Vidro Refletivo

Os vidros refletivos, também chamados de vidros metalizados, são vidros que recebem um tratamento, onde recebem óxidos metálicos, com a finalidade de refletir os raios solares, reduzindo a entrada de calor.


Vidro Impresso

O vidro impresso é um vidro translúcido que recebe em uma ou ambas as faces, a impressão de um desenho (padrão ou estampa). É um produto muito versátil, podendo ser utilizado monolítico, temperado, curvado, espelhado e laminado. 

Utensílios de vidros para decoração de casa.


Jarros,copos,pratos,mesa,cadeira,xícaras,espelhos,detalhes
em móveis,panelas,objetos de decoração e etc.



domingo, 28 de agosto de 2011

Santa Júlia


                               22 de Maio
Júlia nasceu no século V, em Cartago[na atual Tunísia]. Viveu feliz até que, um dia, os vândalos, chefiados pelo sanguinário rei Genserico, invadiram sua cidade e a dominaram. Os pagãos devastaram a vida da comunidade como um furacão.Júlia foi capturada e vendida como escrava a Eusébio, um comerciante pagão sírio, porém ela não se queixou e nem se sentiu triste, pois compreendeu que era vontade de Deus. Aceitou tudo e desempenhou as tarefas mais humildes com uma alegria maravilhosa. Amou a Deus com todo o seu coração. Em suas horas vagas e com autorização de seu próprio amo, lia livros santos e rezava fervorosamente.
Mataram muitos católicos, profanaram os templos, trucidaram os sacerdotes e venderam os cidadãos como escravos. A vida de Júlia passou do paraíso ao inferno de forma rápida e terrível. De jovem cristã, nobre e belíssima, que levava uma vida tranqüila e em paz com Deus, viu-se condenada às mais terríveis privações. Mas, mesmo vendo trocadas a fortuna pela miséria, a veneração pelo desprezo, a independência pela obediência, enfim, a liberdade pela escravidão, Júlia não se abalou.
A tradição conta que ela foi vendida para Eusébio, um negociante sírio. Mas a bondade e a resignação da moça, que encontrava na fé cristã o bálsamo para todas as dores, comoveram seu amo, que passou a respeitá-la e exigir o mesmo de todos, nunca permitindo que fosse molestada. Chegou a autorizar até que ela dedicasse algumas horas do dia às orações e leituras espirituais.
Certa vez, ele viajou para a Europa e, entre os vários escravos que o acompanharam, estava a bela e inteligente Júlia. Na ilha francesa da Córsega realizavam-se festas pagãs quando a comitiva de Eusébio chegou. Ele e todos os demais se dirigiram a um templo dos deuses locais para prestar suas homenagens, mas Júlia recusou-se a entrar. Ajoelhou-se à porta do templo e passou a rezar para que Deus mostrasse aos pagãos a Palavra de Jesus, caminho da verdade.
A atitude chamou a atenção e chegou aos ouvidos do governador Félix,que convidou Eusébio para um banquete e propôs comprar a escrava Júlia por um preço absurdo, ou trocá-la pelas quatro mais belas escravas do seu palácio. Contudo o comerciante recusou. Enraivecido pela paixão que Júlia despertara, embebedou o comerciante, cercou-o de mulheres exuberantes e tomou a escrava à força, enquanto Eusébio dormia.
Júlia se manteve firme e não se curvou. Recusou a liberdade oferecida pelo governador em troca do sacrifício aos deuses e de ceder aos seus desejos. Félix, irado, esbofeteou-a até que sangrasse abundantemente pelo nariz, depois mandou que fosse flagelada e, por fim, crucificada como Cristo e atirada ao mar. Quando Eusébio acordou, era tarde.
A morte de Santa Julia foi revelada por um anjo aos monges de uma ilha próxima, chamada de Margarita ou Górgona. Os monges foram até o local e solenemente enterraram o corpo da mártir. Muitos milagres ocorreram na sepultura de Santa Julia ao longo dos séculos, sendo que ela apareceu em pessoa a algumas pessoas
Ela aceitou o sofrimento como uma forma de demonstrar a Deus seu amor, contribuindo para que o cristianismo crescesse e desse frutos, sem renegar a sua fé em Cristo, morrendo como seu Mestre. O seu corpo foi encontrado, ainda pregado na cruz, boiando no mar, pelos monges do convento da ilha vizinha de Gorgona. Depois eles o transportaram para a ilha, tiram-no da cruz, ungiram-no e o colocaram num sepulcro.
Júlia não ficou esquecida ali, seu culto se difundiu e chegou à Itália. No ano 762, a rainha Ansa, esposa do rei lombardo Desidério, mandou trasladar as relíquias de santa Júlia para Brescia, propagando ainda mais sua veneração entre os féis. Um ano depois, o papa Paulo I consagrou a ela uma igreja naquela cidade. A festa litúrgica de santa Júlia, a mártir da Córsega, ilha da qual é a padroeira, ocorre no dia 22 de maio.
Nascimento: 420 em Cartago[na atual Tunísia],
Morte: maio de 450 em Córsega
Principal templo:Igreja de Santa Júlia em Brescia,Itália.

Bem Aventurada Júlia Salzano



17 de Maio

Fundou a Congregação das Irmãs Catequistas do Sagrado Coração
Júlia, italiana, nasceu em Santa Maria Capua Vetere, na província de Caserta, em 13 de outubro de 1846, tendo como pai Diego Salzano, capitão dos lanceiros de Fernando I, rei de Nápolis, e como mãe Adelaide Valentino.
Órfã de pai aos quatro anos, foi confiada para a sua formação às Irmãs da Caridade no Orfanato Real de São Nicolau “La Strada”, onde permaneceu até os quinze anos de idade. Diplomada professora, recebeu o encargo de ensinar na Escola Municipal de Casória, em Nápolis, para onde se transferiu com a família em 1865.
Junto ao ensino, manifestou um notável interesse pelo catecismo para educar na fé as crianças, os jovens e os adultos, cultivando, ao mesmo tempo, a devoção à Virgem Maria. Propagou, o amor e o culto ao Sagrado Coração.
Pela sua constante preocupação de fazer passar por meio do ensino e do testemunho a doutrina e a vida de Jesus Cristo, em 1905 fundou a Congregação das Irmãs Catequistas do Sagrado Coração, ocasião em que vestiu o hábito e se consagrou definitivamente a Cristo.
Eleita superiora, dedicou sua vida no carisma da catequese e, por isso, afirmava: “Ensinarei sempre o catecismo, até o meu último sopro de vida. E vos asseguro que morreria contentíssima lecionando o catecismo”.
Exortava, também, as suas filhas: “Em qualquer hora, a irmã catequista deve sentir-se disposta a instruir os pequeninos e os ignorantes; não deve medir os sacrifícios requeridos por este ministério, antes deveria desejar morrer no cumprimento do próprio dever, se assim fosse do agrado de Deus”.
Um outro Beato, Ludovico de Casória, predisse-lhe, quase profeticamente: “Cuida de não cair na tentação de abandonar as crianças da nossa querida Casória, porque a vontade de Deus é que vivas e morras entre elas”. E assim foi.
“Dona Julieta”, como era chamada pelos cidadãos de Casória, morreu, com fama de santidade, no dia 17 de maio de 1929, nessa cidade napolitana, aos oitenta e três anos de idade. A sua Congregação se expandiu não somente pelas cidades italianas, como também em outras na Europa, Canadá, Brasil, Filipinas, Peru e Índia, para difundir a evangelização e a promoção humana.
Em 2002, o papa João Paulo II a beatificou, designando a festa da beata Júlia Salzano para o dia de seu transito. Além disto, pelo seu carisma ele a designou “Mulher Profeta da Nova Evangelização”.

Oração a Santa Júlia Billiart


Site com oração:
Conforto
Criança
Proteção
Devotos
 Se desejar deixem seus pedidos pois a sua fé rompe as barreiras.

Santa Júlia Billiart



Na cidade de Cuvilly, França, em 12 de julho de 1751, nasceu Maria Rosa Júlia Billiart, filha de Francisco e Maria Antonieta, pobres e muito religiosos, que a batizaram no mesmo dia. 
Júlia fez a primeira comunhão aos sete anos. Desde então, Jesus foi o único alimento para sua vida. Aprendeu apenas a ler e a escrever, porque ajudava a sustentar a família. Aos treze anos, Júlia sofreu sérios problemas e, subnutrida, ficou, lentamente, paraplégica, por vinte e dois anos. Durante esse tempo aprendeu os mistérios da vida mística, do calvário, da glória e da luz. Sempre engajada na catequese da paróquia, preocupava-se com a educação dos pobres. Cultivava amizades na família, com os religiosos, com as carmelitas, com as damas da nobreza que lhe conseguiam os donativos. Nesta época, decidiu ingressar na vida religiosa, com uma meta estabelecida: fundar uma congregação destinada a educar os pobres e a formar bons educadores. Mesmo não sendo letrada, possuía uma pedagogia nata, aprendida na escola dos vinte e dois anos de paralisia, nos contatos com as autoridades civis e eclesiásticas e com os terrores da destruição da Revolução Francesa e de Napoleão Bonaparte. Assim, ainda paralítica, em 1804 fundou a Congregação das Irmãs de Nossa Senhora. Júlia foi incapaz de amarrar sua instituição aos limites das exigências das fundações de seu tempo. Sua devoção ao Sagrado Coração de Jesus a curou. Depois de trinta anos, voltou a caminhar. A Mãe de Deus era sua grande referência e modelo, e a eucaristia era o centro de sua vida de fé inabalável. Mas viver com ela não era fácil. Era um desafio constante, devido à firmeza de metas foi considerada teimosa e temperamental. Principalmente por não aceitar que a congregação fosse só diocesana, ou seja, sem superiora geral. Custou muito para que tivesse Tal direito, mas, por fim, foi eleita superiora geral. Júlia abriu, em Amiens, a primeira escola gratuita e depois não parou mais. Viajava pela França e pela Bélgica fundando pensionatos e escolas, pois naqueles tempos de miséria a necessidade era muito grande. Não aceitava qualquer donativo que pudesse tirar a independência da congregação. Para ter recursos, criava pensionatos e, ao lado deles, a escola para pobres. Perseguida e injustiçada pelo bispo de Amiens, foi por ele afastada da congregação. Todas as irmãs decidiram seguir com ela para a cidade de Namur, na Bélgica, onde se fixaram definitivamente. Júlia, incansável, continuou criando pensionatos, fundando escolas, formando crianças e educadores, ficando conhecidas como as "Irmãs da Nossa Senhora de Namur". Alí a fundadora consolidou a diretriz pedagógica da congregação: a educação como o caminho da plenitude da vida. Morreu em paz no dia 8 de abril de 1816 na cidade de Namur. "Por meio do seu batismo, de sua consagração religiosa e por sua vida inteira de fé em Deus, que é bom, Júlia foi colocada na trilha da opção divina pelos pobres." Foram as palavras do papa Paulo VI para declarar santa, em 1969, Maria Rosa Júlia Billiart, que no dia 8 de abril deve receber as homenagens litúrgicas.

sábado, 27 de agosto de 2011

Como surgiu a caneta?



 Plumas
Feitas de penas de aves, principalmente gansos, elas apareceram no início da era Cristã. Foram muito usadas até o século XIX, gerando um rico comércio de penas em todo o mundo. Entre 1800 e 1830, a cidade de São Petersburgo, na Rússia, chegou a enviar mais de 27 milhões de penas por ano para a Inglaterra.
 Caneta-tinteiro
Durante o século XIX, vários estudiosos tentaram desenvolver uma espécie de caneta com tinta em seu interior, o que chamamos hoje de caneta-tinteiro. Em 1884, Lewis E. Waterman patenteou tal invenção.
O primeiro modelo comercial foi criado pelo americano Lewis Edson Waterman em 1884. Mas, nas memórias da czarina russa Catarina, escritas em 1748, há uma menção a um instrumento parecido. No modelo de Waterman, a tinta era injetada no reservatório com um tipo de seringa. Os cartuchos descartáveis só começaram a ser vendidos em 1927.
Esferográfica
Na Europa, as primeiras canetas esferográficas acessíveis foram produzidas em 1945, por Marcel Bich, cujo mérito foi o do desenvolvimento de um processo industrial de fabricação que reduzia significativamente o custo das canetas por unidade. Em 1949, essas canetas foram lançadas comercialmente sob o nome "Bic", uma abreviação do seu sobrenome, e que era fácil de lembrar pelo público. Dez anos mais tarde, as primeiras canetas "Bic" eram lançadas no mercado norte-americano.As canetas esferográficas, principal modelo usado atualmente, surgiram em 1937 por meio do húngaro Lásló Bíró, o qual se baseou em uma caneta que não borrava e cuja tinta não secava no depósito, como fazia a velha caneta-tinteiro.
A idéia de usar na ponta da caneta uma pequena esfera de metal, molhada pela tinta que vem de um tubinho, surgiu no final do século XIX. O húngaro Lazlo Josef Biro aperfeiçoou a idéia e popularizou a esferográfica a partir de 1938. Em meados da década de 40, Biro passou a patente para o francês Marcel Bich, criador da Bic, que, hoje, vende 10 milhões de canetas por dia em todo o planeta.
Ponta porosa
Um modelo primitivo já era usado nos anos 40. O sistema atual, com ponta porosa feita de fibra sintética, foi apresentado pelo japonês Yukio Horie, em 1962. O produto foi aperfeiçoado e, em 1973, surgiu a Roller Ball, que unia o sistema da caneta de Horie com a esferográfica. Na Roller Ball, a tinta é absorvida por uma ponta porosa, que molha a parte traseira de uma pequena bolinha de metal.

sábado, 6 de agosto de 2011

Como surgiu o dia do professor

      No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila).
      Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.  
      O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.
                                        Fonte: www.diadoprofessor.com.br

sábado, 30 de julho de 2011

Aprenda a fazer simbolos em seu teclado e use em sites

   Segure a tecla com alt do seu teclado e pressione um numero depois solte e pronto.
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